O diretor clínico da Oncoprev – Centro de Oncologia e médico oncologista, Dr. Henrique Träsel, iniciou os atendimentos no Centro de Especialidades São Francisco de Assis, em Parobé. “Com essa parceria, os pacientes da região contam com mais uma opção de local para assistência oncológica, fortalecendo a presença da Oncoprev no Vale do Paranhana”, destaca Träsel.
Recém inaugurado, o Centro atende pacientes particulares e de convênios, conta com quatro consultórios e profissionais de diferentes especialidades. Está localizado em frente ao Hospital São Francisco de Assis, no prédio do antigo residencial Dona Olga Lauck, na rua Theno José Berlitz, 50 – Centro.
Informações e agendamentos de consultas podem ser feitas pelo telefone 51 3543-5500 ou whatsapp 51 98155-9997, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.
Dr. Henrique Träsel é médico oncologista, mestre em Patologia pela UFCSPA, professor da Faculdade de Medicina da Unisinos e membro das Sociedades Europeia e Brasileira de Oncologia Clínica.
A Oncoprev é a pioneira em prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer no Vale do Paranhana e há 20 anos presta atendimento de excelência aos pacientes.
O Maio Vermelho alerta a população para as ações de prevenção e conscientização do câncer da boca, tumor maligno que afeta lábios, estruturas da boca, como gengivas, bochechas, céu da boca, língua (principalmente as bordas) e a região embaixo da língua. A doença é mais frequente em homens, a partir dos 40 anos, e apresenta grandes chances de cura quando diagnosticada e tratada em estágios iniciais. O Instituto Nacional de Câncer estima 11.180 casos novos da doença em homens e 4.010 em mulheres, para cada ano do triênio 2020-2022.
Dr. Henrique Träsel, médico oncologista e diretor técnico da Oncoprev – Centro de Oncologia, explica que, entre os principais sinais a serem observados, estão feridas na boca ou no lábio que não cicatrizam; dificuldade para mastigar ou engolir; manchas/placas vermelhas ou esbranquiçadas na língua, gengivas, céu da boca ou bochechas; nódulos (caroços) no pescoço e rouquidão persistente. Träsel salienta que próteses mal encaixadas têm risco de gerar lesões crônicas, que podem resultar em câncer.“O câncer de boca pode ser detectado na fase inicial da doença, o que permite um tratamento mais efetivo. Por isso, é importante ficar atento a qualquer alteração na boca, desde mudanças na coloração até o surgimento de lesões parecidas com uma afta, que não cicatrizam em até 15 dias”, explica. De acordo com o médico especialista, quando uma lesão suspeita é identificada, é encaminhada para biópsia. Se confirmado o câncer, na maioria dos casos, realiza-se cirurgia para a retirada da lesão. Nos casos mais complexos, além do tratamento cirúrgico, é necessária realização de radioterapia e/ou quimioterapia.
Os principais fatores de risco para a doença são o álcool e o tabaco. Além disso, a falta de higiene bucal, a exposição ao sol sem proteção e a falta de uma alimentação nutritiva também aumentam as chances de desenvolver esse tipo de câncer. “Pessoas com mais de 40 anos que fumam e bebem devem estar mais atentas. O exame rotineiro da boca por um profissional de saúde pode diagnosticar lesões no início, antes de se transformarem em câncer”, finaliza Träsel.
Confira algumas dicas de prevenção ao câncer bucal:
Referência para o tratamento de pacientes oncológicos do Vale dos Sinos desde 25 de abril, o Hospital Bom Jesus de Taquara, em parceria com a Oncoprev, irá atender todos os novos pacientes da região até o fim de maio. No total, 956 pacientes foram absorvidos pelo serviço após a decisão da Secretaria Estadual de Saúde (SES) de trocar a referência oncológica do SUS do Hospital Regina, em Novo Hamburgo, para o Bom Jesus de Taquara. “Contratamos mais profissionais e estamos atendendo inclusive aos finais de semana para que todos os pacientes recebam assistência o mais rápido possível”, explica o diretor técnico e médico oncologista da Oncoprev, dr. Henrique Träsel. Para receber os novos pacientes, foram contratados novos médicos oncologistas e realizadas melhorias na estrutura física. “O espaço recebeu uma área coberta com bancos, além de duas recepções na parte interna.
Todos os pacientes estão agendados com hora marcada”, afirma o diretor da Oncoprev, Ramon Ritter. Com a mudança, o serviço passou a ser referência para municípios do Vale dos Sinos, Vale do Paranhana e Serra Gaúcha, atendendo toda a demanda que estava reprimida. “Alguns aguardavam pela primeira consulta há mais de um ano. Sabemos que, para quem luta contra um câncer, o tempo é algo muito valioso”, afirma Träsel.
O serviço de oncologia do Hospital Bom Jesus, em conjunto com a Oncoprev, conta com seis médicos oncologistas, além de mastologista, urologista, cirurgião gástrico, cirurgião de cabeça e pescoço, ginecologista, cirurgião torácico e cirurgião do aparelho digestivo. Além da equipe médica, possui também equipe de enfermagem oncológica, farmácia oncológica, psicologia oncológica e nutrição oncológica. A estrutura física dispõe de três consultórios, 15 poltronas e 1 leito para infusão, com capacidade para 16 quimioterapias simultâneas, das 8h às 19h.
O serviço oferece todos os exames necessários para pacientes em tratamento oncológico, como tomografia, ecografia e mamografia, além de 27 leitos cirúrgicos pelo SUS.
A Oncoprev e o Centro Médico Sapiranga (CMS) comunicam, com muita satisfação, que estabeleceram parceria para o atendimento oncológico na sede do CMS. A iniciativa visa qualificar o atendimento de ambas as instituições e proporcionar assistência oncológica para a população de Sapiranga.
A Oncoprev é a pioneira em prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer no Vale do Paranhana e há 20 anos presta atendimento de excelência aos pacientes.
As doenças hematológicas são aquelas que comprometem a produção das células sanguíneas ou a função delas. Os linfomas, leucemias e mieloma múltiplo, além das anemias e plaquetopenias são algumas das doenças tratadas pelos Hematologistas.
No âmbito de suas atribuições como centro de excelência em tratamento de pacientes oncológicos, a Oncoprev – Centro de Oncologia tem o prazer de anunciar que, a partir do dia 28/07/2021, iniciarão os atendimentos do Dr. Claudio da Cruz Baungarten e da sua equipe de Hemato-Oncologistas em Taquara, RS.
O Dr Claudio Baungarten, CREMERS 21206, RQE 14637, possui graduação em Medicina pela Universidade Federal de Pelotas. Realizou residência médica em Medicina Interna e Hematologia e Hemoterapia no Hospital Conceição de Porto Alegre, além de estágio no Hospital de Clínicas de Curitiba em Transplante de Medula Óssea. Atualmente é responsável técnico do Serviço de Hematologia e Transplante de Medula Óssea do Hospital Regina de Novo Hamburgo.
Entre em contato por telefone ou via WhatsApp (51) 3541-1053 e agende sua consulta.
Para pais, o câncer infantil é um grande desafio. Apesar de toda a insegurança e medo, crianças e adolescentes toleram e respondem melhor ao tratamento do câncer. Por esse motivo, as terapias são mais intensivas e invasivas. Ao mesmo tempo, eles podem apresentar fases de baixa imunidade, e por isso os pais precisam ter atenção às ações da criança durante o tratamento.
Sobre isso, aqui temos algumas observações para os pais e mães ficarem de olho para o que as crianças podem ou não fazer durante o tratamento do câncer.
Vacinas
Durante o tratamento com Quimioterapia, as crianças não podem tomar vacinas compostas por vírus vivos atenuados, como Poliomielite, Catapora e Febre Amarela.
Festas
Nos tratamentos, deve ser evitado lugares com aglomerações de pessoas durante a fase mais intensa da Quimioterapia, pelos riscos de infecção.
Praias e piscinas
Nas praias, as crianças não devem ter contato com a areia ou com o mar, porque a poluição pode causar infecções. Já nas piscinas, não devem ser frequentadas, pois os fungos que aparecem nas bordas delas também são prejudiciais.
Alimentos
Durante as fases de baixa imunidade, não deverão ser consumidos alimentos crus, como verduras, legumes e frutas. A carne crua também não pode ser consumida durante todo o tratamento, pelo risco de Toxoplasmose.